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[Sábado, Setembro 06, 2008]
Olá!
Vim postar mais um poema meu aqui.
Solidão, de Renato Razzino
Só sei ser sempre só.
por Renato * 3:33 PM
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[Sexta-feira, Junho 06, 2008]
Olá pessoas!
Sem muita coisa pra dizer, só vim postar mais um poema que fiz. Estou muito feliz por conseguir escrever mais! Espero que gostem.
Núcleo, de Renato Razzino
Lugar íntimo,
Ponto ínfimo,
Ser resumido
No mínimo possível.
Inapreensível,
Inicialmente ilegível,
Completamente impossível
Manter sempre detrás da porta.
Não importa,
Definição alguma comporta
O máximo que se denota
Por núcleo.
por Renato * 5:54 PM
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[Sábado, Maio 31, 2008]
Olá pessoas!
Hoje tem mais um poema meu. Este se relaciona com a "epígrafe" que está ao lado do título do blog. É um tema em que eu venho pensando muito ultimamente e hoje consegui dar forma literária a ele. Espero que gostem!
Doce amargo, de Renato Razzino
em toda alegria
que se cria
se imprime
e exprime
uma marca
amarga
de dor
que malogra
todas as formas
disformes
de alcançar o objetivo último de ser
feliz
por Renato * 12:29 AM
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[Segunda-feira, Maio 26, 2008]
Olá pessoas!
Faz séculos que eu não posto nada aqui e acho que não há pessoa alguma a quem eu possa me referir, mas mesmo assim decidi encabeçar o post com “Olá pessoas!”. Eu não posto muito aqui porque prometi pra mim mesmo que postaria só o que realmente valesse a pena, não quero posts por postar, posts não significativos não interessam. O blog é sobre mim, sobre como eu vejo o mundo, então não quero compromisso com números de postagens, mas com expressar meu ponto de vista.
Hoje ocorreu algo que acho digno de postar, então resolvi fazê-lo. Foi durante uma conversa de MSN com meu amigo Renato Lacerda – nunca tinha feito amizade com alguém com o mesmo nome que eu – a quem dedico este post ^~
Falávamos sobre relacionamentos entre pessoas e ele disse que nunca consegue ser a cereja do bolo de alguém. Isso me fez refletir... Pensei e vi que, na verdade, ser a cereja do bolo de alguém realmente não me importa. Também não procuro cerejas para o meu bolo, apesar de ter algumas, como todo mundo.
A cereja é a parte mais desejada do bolo, pois geralmente não há cerejas pra todo mundo e quem as recebe ganha uma espécie de status, seja ele qual for. Porém se pensarmos um pouco por outro ângulo, a cereja é a parte que vai mais rápido, ela não dura uma mordida sequer. Além disso, é possível haver um bolo sem a cereja. Podemos substituí-la por morangos, chocolates e várias outras coisas.
Não quero ser a parte efêmera e substituível da vida das pessoas, nem busco por pessoas deste tipo. Prefiro muito mais ser a farinha. É, isso mesmo! A farinha do bolo! Ela pode não ser notada depois que o bolo está pronto, mas é o ingrediente mais essencial. Já viu um bolo sem farinha? Já vi sem manteiga e ovos, como os bolos vegan; já vi sem fermento, sem leite, sem açúcar, sem água, sem recheio, sem cobertura, sem chocolate... mas nunca, nunca sem farinha. É isso o que eu quero pra mim e agradeço muito pelo fato de eu ser a farinha do bolo de algumas pessoas e ter pessoas que são a farinha do meu. E você? Alguém é a farinha do seu bolo? Você é a farinha do bolo de alguém?
por Renato * 8:38 PM
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[Domingo, Dezembro 09, 2007]
Olá pessoas!!
Hoje vou postar um conto escrito por um amigo meu muito querido. O conto é curtinho e muito, muito bom. Espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei!
Abandonados, de Artur D. R. Modolo
Uma jovem garota caminha pelo centro da cidade de São Paulo. Dezenas de milhares de barracas das mais variadas bugigangas amontoam-se loucamente, disputando cada centímetro do chão. Ela mal pode caminhar, camelôs, vendedores de hot dogs, pedestres gritando com os carros. Trata-se de um verdadeiro formigueiro humano. Um vendedor muito simpático oferece-lhe um DVD, ela nega. Ele transfere toda sua simpatia para a próxima possível freguesa. Em meio a toda essa insanidade, um vazio paradoxal desabrocha dentro dela. Ela está só. "Quero ir para casa", pensa.
Lá vai um grande grupo de amigos se reunindo em um barzinho animado. Tagarelam sobre a vida deles, dos conhecidos, e dos conhecidos famosos desconhecidos. Toda a alegria do momento mimetiza-se em largos sorrisos. Adriana acha o sorriso de Carolina fantástico, pensa em ir ao dentista para ter um igual. Jefferson joga para trás seus longos cabelos loiros, tem certeza de que seus amigos o acharão belo. Tiago, que ao chegar sofria pela sua unha encravada, agora relaxa pelo efeito do álcool. Todos bebem tanto quanto dão risadas. Todos riem tanto quanto estão sós.
Na cama, Pedro faz de tudo para fazer Rosana chegar ao orgasmo. Insiste um pouco mais pela esquerda, agora um pouco mais para direita. Em cima, embaixo, tentando achar de alguma maneira o caminho do sucesso, sem sucesso. Começa a temer. Considera-se menos homem. Rosana se cansa, mascara um orgasmo como se tivesse anos de teatro. Pedro se alegra, acha-se extremamente másculo. Nesse momento epifânico, ele mesmo chega lá. Sexo? Não. Uma masturbação a dois, mal sucedida.
por Renato * 1:53 PM
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Nossa, há tempos eu não posto aqui.
Desculpem, mas faltou completamente inspiração.
Enfim, só passei aqui pra postar um poema que eu fiz.
Ele veio em inglês. Não consegui verter pro português sem danificar a métrica, então deixei em inglês mesmo.
Espero que tenha ficado bom!
Cry of a broken heart, de Renato Razzino
please
tonight
let me
sleep tight
so that
I might
just forget
all that
those things
they hurt
so much…
please
tonight
let me
sleep tight
so that
I might
just try
to heal
my heart
it bleeds
so much…
please
tonight
let me
sleep tight
just tonight
just…
please…
por Renato * 3:11 AM
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[Domingo, Agosto 12, 2007]
Olá pessoas!
Hoje foi o dia dos pais, uma data feliz pra muitas pessoas, mas não pra mim. Infelizmente esse dia me traz memórias que eu queria que ficassem bem longe. Não quero escrever muito, só passei pra deixar esse poeminha que eu fiz há algum tempo, espero que gostem.
Chuva de verão, de Renato Razzino Ernica
Lá fora,
A chuva desaba do céu cinzento...
Aqui dentro,
Estou eu com um vazio no peito...
Não sei porque,
Mas a chuva acentua esse vazio que existe, que está sempre presente.
As gotículas de água que colidem contra o vidro da janela me lembram
De que eu não tenho muito o que lembrar...
Essas gotículas me mostram
Que eu não tenho quase nada pra mostrar...
Ela agora passou...
A chuva de verão é, para mim, como a vida:
Da mesma forma como assisto à chuva, rápida e passageira,
Rápida e passageira é a minha vida e eu apenas assisto...
por Renato * 11:54 PM
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[Segunda-feira, Agosto 06, 2007]
Olá pessoas!
Desculpem pela falta total de atualização no blog, mas estou sem tempo. Minhas aulas voltaram e agora tenho de estudar bastante, pois está tudo muito corrido por conta da greve que ocorreu. Hoje vou deixar um poema que me tocou muito. Ele fala basicamente de como nós atribuímos certas características e significados às coisas e muitas vezes nos esquecemos do que elas são realmente. Muitas vezes complicamos as coisas simples e acabamos nos preocupando demais em resolver esses problemas que nós mesmos criamos, perdendo um tempo precioso que poderia ser investido em algo que realmente importa. Acho que também fala de máscaras e acessórios desnecessários que colocamos em nós mesmo, para ficarmos mais belos. Isso também é muito freqüente e algumas pessoas chegam a montar uma máscara tão densa que acabam se perdendo dentro dela, esquecendo que o que há por trás também é algo belo. Enfim, os seres humanos realmente gostam disso, nunca vou entender entender bem o porquê. Fica o poema:
Satélite, de Manuel Bandeira
Fim de tarde.
No céu plúmbeo
A Lua baça
Paira
Muito cosmograficamente
Satélite.
Desmetaforizada,
Desmitificada,
Despojada do velho segredo de melancolia,
Não é agora o golfão de cismas,
O astro dos loucos e dos enamorados,
Mas tão-somente
Satélite.
Ah Lua deste fim de tarde,
Desmissionária de atribuições românticas,
Sem show para as disponibilidades sentimentais!
Fatigado de mais-valia,
Gosto de ti assim:
Coisa em si,
– Satélite.
Eu queria que tudo fosse assim também. Que fossem simplesmente o que são, sem confusões ou ilusões, sem mentiras; que fossem simples, como o nosso querido satélite, que, mesmo sem todos os adereços falsos, ainda consegue ser extremamente encantador e belo.
por Renato * 3:25 AM
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[Domingo, Julho 29, 2007]
Olá pessoas!
Não é muito difícil colocar um sorriso no meu rosto. Apesar de tudo o que aconteceu, uma das coisas que eu nunca deixei foi de sorrir sempre. Meus sorrisos mais sinceros sempre vêm das pequenas coisas que existem na vida, o sorriso que abri ontem, ao ver as goiabinhas Piraquê que a minha mãe havia comprado pra eu comer após o jantar, é um exemplo desse tipo. Gosto de poucas coisas no mundo tanto quanto gosto dessas goiabinhas. Tudo isto me lembrou de um filme, um dos meus favoritos:
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Título Original: Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 120 minutos
Ano de Lançamento (França): 2001
Estúdio: Le Studio Canal+ / Filmstiftung Nordrhein-Westfalen / France 3 Cinéma / La Sofica Sofinergie 5 / MMC Independent GmbH / Tapioca Films / Victoires Pictures
Distribuição: Miramax Films
Direção: Jean-Pierre Jeunet
Roteiro: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant
Produção: Jean-Marc Deschamps
Música: Yann Tiersen
Fotografia: Bruno Delbonnel
Desenho de Produção: Aline Bonetto
Direção de Arte: Volker Schäfer
Figurino: Madeline Fontaine e Emma Lebail
Edição: Hervé Schneid
Efeitos Especiais: Duboi
Elenco
Audrey Tautou - Amélie Poulain
Mathieu Kassovitz - Nino Quincampoix
Rufus - Raphael Poulain
Yolande Moreau - Madeleine Wallace
Artus de Penguern - Hipolito
Urbain Cancelier - Collignon
Maurice Bénichou - Dominique Bretodeau
Dominique Pinon - Joseph
Claude Perron - Eva
Michel Robin - Pai de Collignon
Isabelle Nanty - Georgette
Clotilde Mallet - Gina
Claire Maurier - Suzanne
Serge Merlin - Dufayel
James Debbouze - Lucien
Lorella Cravotta - Amandine Poulain
Flore Guiet - Amélie Poulain (8 anos)
Sinopse
Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ¬ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.
Premiações
- Recebeu 5 indicações ao Oscar, nas seguintes categorias: Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Roteiro Original.
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou 2 prêmios no BAFTA, nas seguintes categorias: Melhor Roteiro Original e Melhor Desenho de Produção. Foi ainda indicado em outras 7 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Audrey Tatou), Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora e Melhor Edição.
- Recebeu 13 indicações ao César, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Audrey Tautou), Melhor Ator Coadjuvante (Rufus e James Debbouze), Melhor Atriz Coadjuvante (Isabelle Nanty), Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Desenho de Produção, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som e Melhor Roteiro.
- Ganhou o Prêmio da Audiência no Festival Internacional de Edimburgo.
- Ganhou o Prêmio do Público no Festival de Toronto.
- Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Prêmio Adoro Cinema 2002 de Melhor Atriz Revelação (Audrey Tatou).
Fonte: adorocinema.com
O filme é simplesmente maravilhoso. Ele me mostrou, entre outras coisas, que a verdadeira alegria está nas coisas pequenas da vida, coisas às vezes tão pequenas quanto uma goiabinha Piraquê. Caso não tenha assistido, assista, o filme vai mudar a sua vida.
por Renato * 5:36 PM
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[Sábado, Julho 28, 2007]
Olá pessoas!
Frio, frio, muito frio, pelo menos o clima em São Paulo está assim, o que, aliás, eu adoro! Desde pequeno sempre preferi o frio ao calor, o que é estranho para uma criança. Aliás, eu sempre fui uma criança diferente das outras. Nunca fui muito de brincar na rua, nunca soltei pipa nem subi em árvore, nunca me machuquei seriamente nem quebrei nada. Acho que não aproveitei a minha infância tanto quanto deveria, ou poderia. Nem quanto queria. Aconteceram muitas coisas tristes em seqüência durante a minha vida e isso me tornou uma criança triste e quieta, então nunca me relacionei bem com os outros. Portanto fui muito sozinho, sempre sozinho. Fui crescendo e continuei sozinho. Outra coisa que sempre fui, foi ser muito certinho. Adorava regras, regras e mais regras. Essa mania de ser certinho sempre fez as pessoas na escola me detestarem, o que contribuía pra me manter mais sozinho e isolado do mundo.
Acho que foi isso que me fez pensar tanto e observar as coisas, pois como eu nunca vivi de fato, eu sempre gostei de observar os outros, suas ações e atitudes, sempre fui muito curioso com relação a isso. Outra coisa que isso fez comigo foi me tornar introspectivo, o que me ajudou a pensar sempre muito nas coisas. A última das coisas que posso relacionar com isso é o gosto pela literatura e cinema. Foi por não estar nada satisfeito com o que eu vivia que eu comecei a gostar de ler e de assistir a filmes, pois isso, além dos videogames, era o que me transportava pra mundos diferentes, que me libertava durante algumas horas da minha tristeza e solidão.
O motivo de eu ter escrito tudo isto, além de tentar explicar o porquê de eu amar tanto a literatura, é pra fazer um antes e um depois. O fato é que este ano pra mim está sendo um período de mudança. Acho que em toda minha vida não mudei tão drasticamente, tanto fisicamente quanto psicologicamente, quanto neste ano. Espero que até ano que vem eu já esteja bem melhor do que estou agora e espero melhorar cada vez mais e mais.
Aproveito também pra postar uma música que tem muito a ver comigo neste momento. Vou postar junto com uma tradução que eu fiz, espero que tenha ficado boa.
Runaway
(Avril Lavigne, Lukasz Gottwald, Kara Dioguardi)
Got up on the wrong side of life today yeah
Crashed the car and I’m gonna be really late
My phone doesn’t work cause it’s out of range
Looks like it’s just one of those kind of days
You can’t kick me down I’m already on the ground
No you can’t cause you couldn’t catch me anyhow
Blue skies but the sun isn’t coming out no
Today it’s like I’m under a heavy cloud
And I feel so alive
I can’t help myself, don’t you realize
I just wanna scream and lose control
Throw my hands up and let it go
Forget about everything and runaway yeah
I just wanto to fall and lose myself
Laughing so hard it hurts like hell
Forget about everything and runaway yeah
So So is how I’m doing if you’re wondering
I’m in a fight with the world but I’m winning
Stay there come closer it’s at your own risk
Yeah you know how it is life can be a bitch
And I feel so alive
I can’t help myself, don’t you realize
I just wanna scream and lose control
Throw my hands up and let it go
Forget about everything and runaway yeah
I just wanto to fall and lose myself
Laughing so hard it hurts like hell
Forget about everything and runaway yeah
Runaway Runaway…
I just wanna scream and lose control
Throw my hands up and let it go
Forget about everything and runaway yeah
I just wanto to fall and lose myself
Laughing so hard it hurts like hell
Forget about everything and runaway yeah
Vocal: Avril Lavigne
Guitarra, piano e baixo: Lukasz Gottwald
Bateria: Travis Barker
Fugir daqui
Levantei do lado errado da vida hoje
Bati o carro e vou chegar muito atrasado
Meu telefone não funciona pois está fora de área
Parece que vai ser um dia daqueles
Você não pode me derrubar eu já estou no chão
Não você não pode pois não me alcançaria mesmo
Céu azul mas o sol não está saindo não
Hoje parece que estou embaixo de uma nuvem grossa
E eu me sinto tão vivo
Não posso evitar, você não entende
Eu só quero gritar e perder o controle
Jogar as mãos pra cima e deixar tudo pra lá
Esquecer de tudo e fugir daqui yeah
Eu só quero cair e me perder
Rir tão forte até doer pra caramba
Esquecer de tudo e fugir daqui yeah
Mais ou menos é como eu estou caso você esteja se perguntando
Eu estou em luta com o mundo mas estou ganhando
Ficar onde está chegar mais perto é escolha sua
É você sabe como é a vida pode ser uma vadia
E eu me sinto tão vivo
Não posso evitar, você não entende
Eu só quero gritar e perder o controle
Jogar as mãos pra cima e deixar tudo pra lá
Esquecer de tudo e fugir daqui yeah
Eu só quero cair e me perder
Rir tão forte até doer pra caramba
Esquecer de tudo e fugir daqui yeah
Fugir daqui Fugir daqui...
Eu só quero gritar e perder o controle
Jogar as mãos pra cima e deixar tudo pra lá
Esquecer de tudo e fugir daqui yeah
Eu só quero cair e me perder
Rir tão forte até doer pra caramba
Esquecer de tudo e fugir daqui yeah
por Renato * 8:13 PM
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[Sexta-feira, Julho 27, 2007]
Olá pessoas!
No post de hoje resolvi falar sobre o acaso. Ele é algo que me assusta, porque geralmente ele traz coisas ruins – ao menos para mim. É sempre o acaso que me faz pegar o ônibus que quebra quando eu estou atrasado. É também ele que faz com que o sistema de bilhete único do metrô Belém sempre saia fora do ar na minha vez, fato que me obriga a comprar um bilhete de metrô e gastar 80 centavos a mais do que gastaria, caso o meu bilhete único estivesse carregado, pois, como bom brasileiro que sou, sempre carrego na última hora, que é quando não há mais crédito para usar. Aliás eu acho que essas coisas não acontecem quando eu me encontro em situações desesperadas, elas acontecem porque eu estou em situação desesperada. Mas enfim, não é este o assunto do tópico. Eu decidi falar do acaso hoje, pois, surpreendentemente, ele foi super legal comigo.
Vocês devem ter notado – ou talvez não – o nome do meu blog, que é um tanto quanto inusitado: “m&m’s”. Alguns devem ter pensado que escolhi esse nome por estar de dieta e que estaria no estágio onde trocaria minha mãe por um pacote de M&M’s (fato), mas não é este o motivo do nome. O nome original era “Apenas um blog” e foi com esse que eu cadastrei o blog, porém quando coloquei o template que está agora não notei que o título que aparece no internet explorer não era “Apenas um blog”. Hoje de manhã quando entrei é que percebi que estava escrito “m&m’s”. Aí eu olhei pro nome, o nome olhou pra mim e foi quando eu vi que melhor título não havia, pois eu justamente quero que o blog seja como um M&M: simples, porém agradável e gostoso, no caso, de se ler. Espero que eu consiga alcançar o objetivo, pelo menos vimos que o acaso está a meu favor.
por Renato * 6:32 PM
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Olá pessoas!
Hoje foi um dia bem legal. Fui ao cinema ver Transformers (que é muito bom, aliás) com alguns amigos; alguns deles eu vejo sempre, outros nem tanto, mas tinha também aqueles que eu não via há uns bons dois anos.
Isso me fez pensar em como o tempo passa depressa. Parece que foi ontem que estávamos todos reunidos na sala de aula cantando Hakuna Matata e enlouquecendo nossa professora de português; que brigávamos por coisas ridiculamente fúteis e ficávamos de mal-pra-toda-vida-durante-os-próximos-cinco-minutos; que foi ontem que a gente se via todos os dias e eu não me sentia tão sozinho como me sinto agora...
Hoje em dia estamos todos ocupados demais. É ainda muito estranho pra mim o fato de eu ter de reservar tempo na agenda pra ficar de bobeira conversando com essas pessoas de que gosto tanto.
Algo que me deixa triste, muito triste, é saber que as coisas vão ficar cada vez mais difíceis com o passar do tempo. Daqui a algum tempo eles estarão namorando, casando, tendo filhos e trabalhando cada vez mais, alguns talvez até se mudem daqui, alguns talvez morram repentinamente por mil e um motivos que não vale a pena citar aqui neste post. Enfim, é triste saber que tudo conspira pra piorar a situação que, pelo menos pra mim, já é bastante ruim.
Porém, o que mais me entristece é o fato de que não há nada a fazer. É cruel, mas é a realidade da vida e todos nós somos impotentes em relação a ela. Há simplesmente algumas coisas que não podemos mudar. O problema é que eu nem queria mudar tanto assim, só queria que algumas coisas doessem um pouco menos...
por Renato * 1:36 AM
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[Quinta-feira, Julho 26, 2007]
Olá!
Bom, por inspiração de vários amigos (em especial a Myriam com seu blog maravilhoso) resolvi fazer um pra mim também. Quero fazer dele um espaço pra reflexão e pra publicar algumas coisinhas que eu escrevo, coisa que preciso fazer com maior freqüência. Espero que fique algo legal =)
Amanhã eu volto com algum post mais interessante que este, deixa ele pra inaugurar o blog.
por Renato * 1:01 AM
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